Uma repórter da Globo que viajou aos Estados Unidos para a cobertura da Copa do Mundo relatou desconforto com os procedimentos de segurança adotados em um aeroporto americano. Segundo ela, agentes pediram que levantasse o cabelo durante a inspeção e realizaram uma revista minuciosa, incluindo a verificação dos sapatos.
Durante o relato, a jornalista afirmou que se sentiu surpresa com a abordagem e classificou o tratamento como pouco amigável. “Quando eu cheguei, eu não entendi direito, mas pediram para eu levantar o meu cabelo, só que de forma ríspida. Eu fiquei sem ação. Até os sapatos foram revistados”, declarou.
A fala repercutiu nas redes sociais e gerou debate entre internautas. Enquanto alguns concordaram que profissionais e turistas devem ser tratados com cordialidade, outros lembraram que os Estados Unidos mantêm rígidos protocolos de segurança em aeroportos, especialmente em períodos de grandes eventos internacionais.
Críticos da reclamação argumentaram que revistas detalhadas fazem parte da rotina de segurança do país e que procedimentos semelhantes podem ser aplicados a qualquer passageiro, independentemente da profissão ou nacionalidade. Já apoiadores da jornalista defenderam que a existência de regras de segurança não impede que elas sejam aplicadas com educação e respeito.
O episódio ocorre em meio ao reforço das medidas de controle migratório e de segurança adotadas pelos Estados Unidos para receber delegações, profissionais da imprensa e turistas durante eventos de grande porte. Nas redes sociais, um leitor ironizou a situação: “Descobriu que nos EUA não basta mostrar crachá de jornalista para escapar da revista”.







