A escola de samba Unidos do Porto da Pedra anunciou que convidou 70 prostitutas para participarem de uma homenagem durante o desfile na Sambódromo Marquês de Sapucaí. Segundo a agremiação, a proposta é dar visibilidade a histórias frequentemente marginalizadas e destacar a importância social dessas mulheres.
A iniciativa dividiu opiniões. Defensores afirmam que o carnaval sempre foi espaço de representatividade e expressão cultural, e que a homenagem reconhece uma realidade histórica presente na própria formação social brasileira. Já críticos questionam se a escolha não transforma a avenida em palco de pautas polêmicas que ultrapassam o caráter festivo do evento.
Nas redes sociais, o tema rapidamente viralizou, com debates sobre moralidade, inclusão e liberdade artística. Como costuma acontecer quando tradição e ativismo se encontram na Sapucaí, a decisão promete repercutir muito além dos minutos de desfile.







