A edição de 2026 da lista global de bilionários alcançou um patamar inédito, com 3.428 indivíduos possuindo um patrimônio avaliado em pelo menos US$ 1 bilhão. Está 40ª publicação do ranking da Forbes revela um aumento de 400 bilionários em relação a 2025, totalizando uma riqueza combinada de US$ 20,1 trilhões, um salto de US$ 4 trilhões em apenas um ano.
Os dados, divulgados em março, refletem a situação do mercado em 1º de março de 2026, considerando os valores de ações e câmbio daquele período. Notavelmente, Estados Unidos, China continental e Índia concentram mais da metade (51%) dos bilionários listados, que provêm de 80 nações e regiões distintas.
Os Estados Unidos se destacam com 989 bilionários, detentores de US$ 8,4 trilhões, e abrigam 15 dos 20 mais ricos do mundo. A China continental segue com 539 bilionários, número que sobe para 610 ao incluir Hong Kong. A Índia ocupa o terceiro lugar com 229 bilionários.
Este crescimento patrimonial é atribuído à valorização dos mercados, ao avanço da inteligência artificial e a políticas fiscais vantajosas, conforme apontado pela Forbes. Um marco histórico aconteceu após a divulgação da lista, com Elon Musk se tornando o primeiro trilionário global em junho, impulsionado pela entrada das ações da SpaceX na Nasdaq.







