Um novo tipo de golpe tem gerado grande preocupação em plataformas digitais e acendeu o sinal de alerta entre autoridades e profissionais da área da saúde. De acordo com relatos que circulam na internet, algumas mulheres estariam, de forma intencional, danificando preservativos durante a relação sexual, com o objetivo de engravidar sem o consentimento do parceiro.
O principal motivo apontado para essa prática seria a busca por pensão alimentícia ou outras vantagens financeiras decorrentes de uma gestação não planejada. A conduta é vista como antiética e grave, pois envolve engano deliberado e viola o princípio básico do consentimento mútuo, além de transformar a relação em um meio de obtenção de benefício econômico.
Especialistas alertam que qualquer alteração no preservativo anula completamente sua eficácia, aumentando de forma significativa o risco de gravidez indesejada e da transmissão de infecções sexualmente transmissíveis. Há ainda riscos físicos, já que o uso de objetos perfurantes pode causar lesões e infecções inclusive em quem pratica o ato.
No campo jurídico, esse tipo de ação pode ser enquadrado como crime, envolvendo fraude, engano ou violação de consentimento, a depender das circunstâncias. Diante da repercussão, autoridades acompanham os relatos e reforçam a importância de vigilância e responsabilidade. A recomendação é sempre verificar a integridade do preservativo antes do uso e, quando possível, adotar métodos contraceptivos adicionais para reduzir riscos e evitar situações irreversíveis.







