Durante uma manifestação do movimento Ni Una Menos, na Argentina, participantes realizaram um ato simbólico que consistia em cortar a franja de mulheres presentes no evento. Segundo apoiadoras da iniciativa, o gesto representava um símbolo de identificação, resistência e protesto contra o feminicídio e a violência contra a mulher.
Nas redes sociais, a ação gerou forte repercussão e dividiu opiniões. Enquanto participantes e simpatizantes defenderam o ato como uma manifestação política e cultural ligada à causa feminista, críticos ironizaram a prática e associaram o visual ao que, no Brasil, é popularmente chamado de “franjinha Rivotril”, expressão usada de forma jocosa na internet para se referir a um determinado estilo de franja frequentemente ligado a estereótipos de grupos progressistas. O episódio rapidamente viralizou e se tornou tema de debate entre apoiadores e opositores do movimento.







