Uma mulher que viveu nos EUA durante 8 anos relata o sofrimento que está tendo com os homens no Brasil. Em sua rede social ela gravou um vídeo e expôs o drama que constantemente vive em seu condomínio. Ela mora sozinha e costuma fazer compras de supermercado.
Entre o estacionamento do condomínio e o elevador de seu bloco ela precisa andar bastante e em dias de compras nem o porteiro e nem os vizinhos ajudam.
No último relato ela afirma que está perplexa com seu vizinho que ao ver o sofrimento dela em carregar as compras ele a ignorou.
“Ele nem me olhou, fingiu que eu não era ninguém, o que está havendo com os homens no Brasil? Não existe mais gentileza? Não existe mais cavalheirismo?”
Em seu relato ela demonstra grande insatisfação com o porteiro que também sequer cogitou ajudar e ela promete fazer uma reclamação no prédio para que a portaria que é 24hrs ajude nessas épocas.
O desabafo da moça toca em um ponto sensível da sociedade brasileira atual. Especialistas em comportamento apontam que o cenário de “cada um por si” pode ser um reflexo não apenas da falta de educação, mas de um fenômeno de autodefesa e distanciamento masculino.
Com o endurecimento legítimo das leis voltadas à proteção da mulher e o combate rigoroso ao assédio, houve uma mudança na percepção do que é “gentileza”. Muitos homens, por receio de que uma abordagem mesmo que bem-intencionada seja mal interpretada ou considerada invasiva, têm optado pela neutralidade.







