O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), foi sorteado para relatar um terceiro inquérito solicitado pela Polícia Federal envolvendo Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Desta vez, a investigação busca apurar suspeitas de tráfico de influência.
Segundo informações publicadas pelo Estadão, as menções a Lulinha identificadas durante as investigações foram desmembradas pela Polícia Federal em diferentes procedimentos, que foram encaminhados ao STF para redistribuição por sorteio entre os ministros da Corte.
A nova distribuição chamou atenção nas redes sociais, onde internautas passaram a comentar o fato de Flávio Dino ter sido novamente escolhido por sorteio para atuar em um caso relacionado ao filho do presidente. As publicações levantaram questionamentos sobre a coincidência da distribuição, enquanto outros usuários lembraram que os processos seguem as regras de distribuição eletrônica adotadas pelo Supremo.
O caso se soma a outras investigações envolvendo Lulinha que tramitam no STF. As apurações seguem sob sigilo em parte e ainda estão em fase de investigação, sem conclusão definitiva sobre eventuais responsabilidades.
Fonte: Estadão.







