A Polícia Militar de São Paulo informou que um sétimo suspeito apontado como envolvido no atentado contra o tenente da Rota Ronickson Pimentel dos Santos morreu durante uma ação policial realizada na sexta-feira (11). Segundo a corporação, equipes do 1º Batalhão de Polícia de Choque receberam uma denúncia de que um homem supostamente ligado ao ataque estaria escondido em São Mateus, na zona leste da capital.
De acordo com a versão apresentada pela PM, os policiais localizaram o suspeito, que estaria armado com uma pistola. A corporação afirma que houve intervenção policial, o homem foi baleado, socorrido ao Hospital Cidade Tiradentes, mas não resistiu aos ferimentos. Ainda segundo a PM, ele possuía extensa ficha criminal.
Com essa ocorrência, chega a sete o número de mortes de pessoas inicialmente apontadas como suspeitas de ligação com o atentado contra o tenente Ronickson. Além disso, três suspeitos foram presos no decorrer das investigações.
O tenente Ronickson Pimentel dos Santos permanece internado em estado grave na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Estadual Mário Covas. Segundo informações médicas, seu quadro é considerado estável, e a equipe iniciou o processo de redução gradual da sedação após a realização de uma traqueostomia.
Apesar das mortes e das prisões, reportagens do Metrópoles destacam que, até o momento, não há comprovação de que qualquer um dos sete homens mortos tenha participação direta no atentado. Em parte dos boletins de ocorrência, os policiais relataram terem agido com base em denúncias que apontavam possível envolvimento dos suspeitos, circunstâncias que seguem sendo apuradas pela investigação.
Nas redes sociais, a operação repercutiu intensamente. Enquanto muitos internautas elogiaram a atuação da Polícia Militar e publicaram mensagens como “É para isso que pagamos impostos”, outros defenderam que as investigações devem prosseguir para esclarecer a efetiva participação de cada suspeito no ataque ao oficial.







