Segundo reportagem do Poder360, equipes da Polícia Federal responsáveis pela segurança do presidente Luiz Inácio Lula da Silva passaram a atuar de forma mais proativa durante suas viagens pelo país para identificar e coibir manifestações que possam configurar crimes contra a honra do chefe do Executivo.
De acordo com a publicação, as equipes que acompanham o presidente são formadas por cerca de 8 a 15 agentes, que avaliam situações envolvendo ofensas direcionadas a Lula. Expressões como “ladrão”, “corrupto” ou “larápio” podem, dependendo do contexto, ser interpretadas como possíveis crimes de calúnia, o que leva à atuação preventiva dos policiais.
Ainda segundo o Poder360, a maior parte dos casos encaminhados ao Ministério Público acaba sendo arquivada, embora a PF afirme que sua atuação segue protocolos de proteção às autoridades e que não divulga detalhes operacionais por razões de segurança.
O tema voltou a ganhar repercussão após vídeos de abordagens realizadas por agentes da Polícia Federal durante agendas presidenciais circularem nas redes sociais, reacendendo o debate sobre os limites entre a proteção de autoridades e a liberdade de manifestação.







