A Justiça de Israel decidiu prorrogar a prisão do ativista brasileiro Thiago Ávila, ligado ao PSOL, mesmo após pressão diplomática do governo brasileiro pedindo sua libertação imediata. O caso ganhou repercussão internacional e aumentou a tensão entre o governo Lula e autoridades israelenses.
Thiago Ávila foi detido durante ações relacionadas à flotilha pró-Palestina que tentava chegar à Faixa de Gaza. Segundo autoridades israelenses, os ativistas teriam desrespeitado determinações de segurança impostas pelo país em meio ao conflito na região. A defesa do brasileiro afirma que a prisão possui motivação política e cobra sua libertação imediata.
O Itamaraty divulgou nota afirmando que acompanha o caso e reforçou o pedido para que Israel respeite os direitos do cidadão brasileiro. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva também teria pressionado diplomaticamente pela soltura do ativista, mas a Justiça israelense decidiu manter a prisão por mais alguns dias enquanto o processo continua.
Nas redes sociais, o caso dividiu opiniões. Aliados do governo defenderam a atuação diplomática brasileira e afirmaram que Thiago Ávila participava de uma missão humanitária. Já críticos apontaram proximidade ideológica do ativista com movimentos de esquerda e questionaram a postura do governo brasileiro diante do conflito entre Israel e grupos pró-Palestina.







