O presidente Luiz Inácio Lula da Silva divulgou novos detalhes da campanha Celular Seguro, uma iniciativa do governo federal focada no combate ao roubo e furto de aparelhos celulares no Brasil. A proposta busca dificultar a comercialização de dispositivos roubados e diminuir os incentivos para a prática desse tipo de crime.
Durante reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável, o “Conselhão”, Lula defendeu o reforço de mecanismos capazes de identificar aparelhos com registro de roubo ou furto e alertar seus atuais usuários sobre a situação irregular do dispositivo. Conforme o presidente, a iniciativa pretende ampliar o combate ao mercado ilegal de celulares, visto como um dos principais fatores que estimulam a ação de criminosos em várias regiões do país. A ideia é que pessoas usando aparelhos cadastrados como roubados ou furtados sejam notificadas e orientadas sobre os procedimentos adequados para regularizar a situação ou devolver o equipamento às autoridades.
No evento, Lula também afirmou que a compra de aparelhos de procedência duvidosa contribui para alimentar o mercado ilegal. Para o governo, reduzir a circulação desses dispositivos é uma das estratégias para enfraquecer as organizações envolvidas nesse tipo de crime. As declarações do presidente repercutiram nas redes sociais e geraram comentários de apoiadores e críticos da medida. Entre as reações, um leitor ironizou a proposta ao afirmar: “E se já tiver virado cervejinha, faz o quê?”, em alusão à possibilidade de o aparelho roubado já ter sido vendido ou trocado pelos criminosos. A campanha Celular Seguro integra um conjunto de ações do governo federal voltadas à segurança pública e à proteção dos consumidores. O tema ganhou destaque nas redes sociais após a divulgação de vídeos, montagens e comentários relacionados às medidas anunciadas pelo Executivo.







