O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, deu prazo de 30 minutos para que as prefeituras de Salvador, Feira de Santana e Lauro de Freitas, na Bahia, apresentassem explicações sobre a redução da circulação de ônibus durante o segundo turno das eleições presidenciais, neste domingo (25).
A determinação ocorreu após denúncias da Federação Brasil da Esperança, formada por PT, PCdoB e PV, de que a falta de transporte coletivo estaria dificultando o deslocamento de eleitores até os locais de votação. Kassio exigiu informações sobre a quantidade de ônibus prevista, os veículos efetivamente em circulação e os motivos de possíveis retenções nas garagens.
Nas redes sociais, a situação também provocou críticas ao Partido dos Trabalhadores, que governa a Bahia há quase 20 anos. Entre as manifestações, internautas atribuíram os problemas à permanência da legenda no comando estadual, com comentários como: “Simples, 20 anos de governo do PT.” A crítica, entretanto, não comprova a responsabilidade do governo estadual pelas falhas no transporte municipal.
O TSE também solicitou informações sobre as providências adotadas pelas administrações municipais para cumprir as determinações do Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA). A Justiça Eleitoral reconheceu dificuldades pontuais no transporte de eleitores e informou que acompanhava as medidas para normalizar o serviço.
Fontes: Metrópoles, Folha de S.Paulo, Poder360, Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA).







