A primeira-dama Janja da Silva, em mais uma ocasião, demonstrou a linha ideológica que orienta sua participação pública. Ela critica a polícia, alegando que esta seria a verdadeira responsável pela morte de pessoas inocentes, sob o pretexto de ‘proteção’. Simultaneamente, a esquerda, segundo a análise, minimiza ou defende os criminosos do narcotráfico, que, diariamente, cometem torturas, roubos, estupros e assassinatos contra cidadãos desarmados nas periferias do Brasil.
Longe de ser uma postura ingênua, Janja adota a perspectiva da esquerda, que consistentemente ataca as forças de segurança. Tais forças se expõem a riscos para combater o terror do crime organizado. Contraditoriamente, há uma relutância em classificar facções como PCC e Comando Vermelho como organizações terroristas, mesmo diante de atos brutais como massacres, decapitações e o controle de territórios, que desafiam a autoridade estatal.
Essa abordagem não salvaguarda a população. Pelo contrário, ela descredibiliza aqueles que defendem a sociedade e abre espaço para a impunidade dos agressores. Tal postura revela uma perigosa falta de entendimento, ou uma conivência intencional, com o sofrimento genuíno das vítimas da desordem que assola o país.







