O presidente da Câmara, Hugo Motta, afirmou que o combate à misoginia e o projeto que endurece a legislação contra ataques às mulheres são prioridades da Casa.
A declaração, porém, gerou críticas nas redes sociais. Internautas questionam se outras questões que afetam diretamente a população não deveriam receber a mesma atenção, como a sensação de impunidade diante de crimes, a inflação e o custo de vida, além de problemas relacionados à corrupção, segurança pública, saúde e educação.
Para os críticos, o Congresso deveria discutir simultaneamente medidas capazes de melhorar a segurança, garantir o cumprimento das penas e reduzir os impactos econômicos sobre a população.
O combate à violência e à misoginia é uma questão relevante, mas o debate público também envolve outras prioridades que fazem parte do dia a dia dos brasileiros.







