O governo federal já estuda aumentar a mistura obrigatória de etanol anidro na gasolina de 32% para 35%. A discussão começou logo após o Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) aprovar a elevação da mistura de 30% para 32% (E32), medida que ainda será formalizada e implementada.
Segundo o Ministério de Minas e Energia, estudos técnicos para o E35 já estão em andamento e têm como objetivo avaliar a durabilidade dos componentes dos veículos e os efeitos do combustível no longo prazo. O governo afirma que o aumento da participação do etanol busca reduzir a dependência de gasolina importada, fortalecer a produção nacional de biocombustíveis e diminuir as emissões de carbono.
A proposta gerou ampla repercussão nas redes sociais. Enquanto defensores apontam benefícios para a segurança energética e para o setor sucroenergético, críticos levantam dúvidas sobre os impactos da mudança para motores e consumidores.
A expressão “combustível trans” utilizada no título é uma ironia criada por internautas e não corresponde a qualquer denominação técnica ou oficial do combustível.







