O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), publicou em suas redes sociais nesta segunda-feira (18/5) um incidente de hostilidade e ameaça que vivenciou durante um procedimento de embarque em avião.
Segundo o relato, uma funcionária de uma empresa, ao ver o nome do ministro no cartão de embarque, disse a um policial judicial que tinha vontade de xingá-lo, logo em seguida corrigindo-se para afirmar que seria “melhor matar do que xingar”. Dino interpretou essa demonstração de raiva como uma reação à sua atuação no STF.
O magistrado optou por não revelar o nome da funcionária ou da companhia, tampouco a data exata do ocorrido. Ele enfatizou que o objetivo do relato não é pessoal, mas sim de interesse coletivo. Questionou os riscos se a mesma hostilidade se espalhar entre outros funcionários ou setores, podendo comprometer a segurança em aeroportos e voos, ou mesmo em outros tipos de negócios, como o risco de um cliente ser “envenenado”.
Ao concluir, Flávio Dino fez um pedido às empresas e associações empresariais, especialmente aquelas que lidam com o público. Ele sugeriu a criação de programas internos de educação cívica para promover o respeito mútuo e a convivência pacífica.







