Uma declaração do ex-jogador e senador Romário durante uma transmissão ao vivo da Copa do Mundo gerou forte repercussão nas redes sociais. Ao discordar de um comentário feito pela apresentadora Fernanda Gentil, Romário afirmou que quem tinha aquela opinião “não entendia de futebol”, em um momento que rapidamente viralizou entre torcedores e internautas.
Após a repercussão do trecho, usuários das redes sociais passaram a acusar o ex-atacante de machismo e misoginia, alegando que a fala reforçaria estereótipos antigos sobre a participação feminina no futebol. Críticas partiram de influenciadores, jornalistas e ativistas ligados a pautas de igualdade de gênero, que classificaram a declaração como inadequada.
Por outro lado, apoiadores de Romário afirmaram que a frase foi retirada de contexto e que o ex-jogador estava apenas discordando de uma opinião específica sobre futebol, sem fazer referência ao gênero da apresentadora. Para esses defensores, a reação nas redes seria mais um exemplo do que chamam de “cultura do cancelamento”, na qual declarações polêmicas geram pedidos de punição pública imediata.
O episódio reacendeu um debate recorrente sobre os limites entre crítica esportiva, liberdade de expressão e acusações de discriminação. Enquanto alguns entendem que figuras públicas devem ter cuidado redobrado com suas palavras, outros argumentam que opiniões divergentes sobre futebol não deveriam ser automaticamente transformadas em discussões ideológicas.
Nas redes sociais, a polêmica dividiu opiniões. De um lado, usuários exigindo retratação e classificando a fala como preconceituosa. Do outro, torcedores defendendo Romário e lembrando sua longa trajetória no futebol para sustentar que a declaração foi apenas uma discussão esportiva acalorada.







