O empresário Tallis Gomes, fundador da Easy Taxi e cofundador da G4 Educação, afirmou ter sido processado pelo Ministério Público após autorizar que funcionários realizassem uma célula evangélica semanal nas dependências da empresa. A declaração foi feita durante participação no programa Pensando o Brasil e repercutiu nas redes sociais.
Segundo Tallis, embora seja católico, ele apoiou a iniciativa dos colaboradores, que se reuniam para momentos de oração e louvor antes do expediente. “Eu fui processado pelo Ministério Público porque toda segunda na minha empresa tem uma célula dos evangélicos. Eles fazem orações lá e fazem louvor. Eu acho lindo isso”, declarou.
Após a repercussão, o empresário também publicou um desabafo nas redes sociais, questionando se um empregador deveria ser alvo de investigação por permitir que funcionários exerçam livremente sua fé dentro de uma empresa privada.
Até o momento, não foram divulgados pelo Ministério Público detalhes oficiais sobre o objeto específico da ação mencionada por Tallis Gomes. Vale lembrar que a G4 Educação já foi alvo, em outras ocasiões, de investigações do Ministério Público do Trabalho relacionadas a temas trabalhistas distintos, como jornada de trabalho e declarações do empresário, assuntos que não se confundem necessariamente com o caso envolvendo a célula de oração.







