O Brasil registrou um aumento expressivo de 11% no número de mulheres com carteira assinada desde 2023, totalizando 8 milhões de trabalhadoras. Contudo, o quinto levantamento de Transparência Salarial, divulgado pelo Ministério do Trabalho e Emprego nesta segunda-feira (27/4), aponta que homens continuam recebendo, em média, 21,3% a mais. A remuneração média feminina é de R$ 3.965,94, enquanto a masculina alcança R$ 5.039,68.
Mesmo com a Lei da Igualdade Salarial em vigor desde 3 de julho de 2023, essa diferença salarial permanece inalterada. O estudo ressalta que as mulheres negras foram as que mais se destacaram na ocupação de postos de trabalho, com um crescimento de 29% no período. Paula Montagner, subsecretária do MTE, comenta que o maior tempo de permanência de homens nas empresas é um dos fatores que dificultam a equiparação salarial imediata.
Apesar dos desafios relacionados aos vencimentos, houve progressos significativos nos benefícios oferecidos pelas companhias analisadas. A disponibilidade de auxílio-creche expandiu de 22,9% para 38,4%, e a implementação de licenças maternidade e paternidade mais longas subiu de 20% para 29,9%. O relatório foi elaborado com base em informações de 53,5 mil empresas com mais de cem colaboradores em todo o território nacional.
Internautas da plataforma ‘x’ cobram posição da presidente da comissão da mulher, e alegam que são esses pontos que precisam ser analisandos, e ainda não saio vistos,







