A possibilidade de o governo elevar a mistura obrigatória de etanol anidro na gasolina para 35% tem gerado preocupação entre proprietários de veículos antigos. Muitos motoristas afirmam que automóveis fabricados há décadas não foram projetados para operar com uma concentração tão elevada de etanol, levantando dúvidas sobre possíveis impactos no sistema de combustível e na durabilidade de componentes como mangueiras, bombas e vedações.
O debate ganhou força nas redes sociais após a circulação de publicações com o título: “Donos de carros antigos estão preocupados com o possível aumento do etanol agora para 35% na gasolina: ‘Vai corroer tudo, impossível aguentar tanta mistura’.” A proposta ainda está em fase de estudos e tem dividido opiniões entre especialistas, consumidores e representantes do setor automotivo.
Enquanto defensores da medida argumentam que o aumento da mistura pode reduzir a dependência de combustíveis fósseis e fortalecer a produção nacional de biocombustíveis, proprietários de veículos mais antigos pedem cautela e cobram estudos técnicos sobre os possíveis impactos da mudança. Até o momento, a proposta segue em análise e ainda não há definição sobre sua implementação.







