A Seleção Brasileira volta a carregar um tabu incômodo em Copas do Mundo: desde que Luiz Inácio Lula da Silva foi eleito presidente pela primeira vez, em 2002, o Brasil não consegue vencer uma seleção europeia em jogo de mata-mata.
O último grande triunfo brasileiro contra europeus em uma fase eliminatória aconteceu justamente na Copa de 2002, quando o Brasil venceu a Alemanha na final e conquistou o pentacampeonato mundial. Depois disso, vieram eliminações dolorosas contra França, Holanda, Alemanha, Bélgica e Croácia.
A sequência virou assunto nas redes sociais, especialmente entre torcedores que misturam futebol e política em tom de provocação. Internautas apontam que, desde a primeira eleição de Lula, o Brasil passou a acumular quedas traumáticas justamente diante de seleções europeias em momentos decisivos.
Apesar da coincidência política, o problema da Seleção vai além de superstição. O tabu expõe anos de frustrações, escolhas questionadas, falta de equilíbrio emocional em mata-mata e dificuldade para competir contra seleções europeias bem organizadas.
Agora, a pressão volta a crescer. Para quebrar a escrita, o Brasil precisa mostrar em campo que ainda é capaz de vencer grandes adversários europeus quando a Copa realmente aperta.







