A bióloga e professora da UFRJ Tatiana Sampaio voltou a chamar atenção após o avanço das pesquisas com a polilaminina, molécula desenvolvida por sua equipe e que recebeu autorização da Anvisa para iniciar a fase 1 de testes clínicos em humanos. O tratamento tem potencial para auxiliar pacientes com lesão medular, embora sua eficácia ainda precise ser comprovada nas próximas etapas dos estudos clínicos.
Em entrevistas, Tatiana tem defendido que, caso a terapia seja aprovada no futuro, ela seja acessível à população e não se transforme em um tratamento disponível apenas para quem possui alto poder aquisitivo. A pesquisadora afirma que a missão da ciência é melhorar a vida das pessoas e que o acesso às novas tecnologias deve ser ampliado sempre que possível.
Até o momento, porém, não há confirmação pública de que Tatiana Sampaio tenha recusado um lucro milionário, como afirmam algumas publicações nas redes sociais. O que há são declarações defendendo que o eventual tratamento não seja um privilégio para poucos.







