A China afirmou que não concorda com interferências de um país nos assuntos internos de outro. A declaração foi dada após os Estados Unidos classificarem o PCC e o Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas.
A fala aconteceu poucos dias antes da visita do ministro das Relações Exteriores do Brasil, Mauro Vieira, a Pequim. Questionada sobre a decisão americana, a porta-voz do governo chinês, Mão Ning, disse que o país acompanha o caso, mas reforçou a posição de respeito à soberania das nações.
O tema ganhou destaque depois que o senador Flávio Bolsonaro se reuniu com o presidente Donald Trump e com o secretário de Estado Marco Rubio nos Estados Unidos.
Já o governo Lula se posicionou contra a classificação das facções como terroristas. O assessor internacional da Presidência, Celso Amorim, afirmou que combater o crime organizado é importante, mas que ele não deve ser tratado da mesma forma que o terrorismo. Segundo ele, misturar os dois temas não ajuda no combate à criminalidade.







