O cantor Seu Jorge afirmou que escolheu o nome “Samba” para um de seus filhos como forma de valorização e preservação da cultura negra brasileira. Segundo o artista, a escolha tem significado simbólico e representa a força histórica do samba como expressão cultural de resistência e identidade no país.
A declaração gerou debates nas redes sociais, especialmente pelo fato de o cantor ser casado com uma mulher branca. Enquanto apoiadores defendem que a decisão reforça a importância de manter vivas as raízes culturais afro-brasileiras, críticos ironizaram a justificativa e questionaram a coerência do discurso identitário.
O episódio reacende discussões sobre identidade, representatividade e a forma como figuras públicas utilizam símbolos culturais em sua vida pessoal. Para admiradores do artista, a escolha é um gesto de afirmação cultural; para opositores, trata-se de mais um exemplo de contradições presentes no debate contemporâneo sobre raça e identidade no Brasil.



