A vigilância de Jair Bolsonaro em prisão domiciliar tem se mostrado desafiadora para os policiais militares do Distrito Federal. Dois agentes já foram mordidos pelos cachorros vira-latas da família, que circulam livremente pela propriedade, dificultando a atuação da equipe de segurança.
Além dos incidentes com os animais, as condições de trabalho dos PMs são precárias. Os relatos apontam para a falta de locais adequados para descanso e acesso restrito a banheiros, com os policiais utilizando a garagem ou a rua. Bolsonaro cumpre pena de 27 anos e, por decisão do STF, está proibido de usar celular e receber visitas para evitar ‘infecções’.
A equipe de segurança, composta por PMs e membros do GSI, opera sob constante tensão. A preocupação não se limita apenas ao monitoramento do ex-presidente, mas também à necessidade de desviar dos ataques caninos. Enquanto a justiça analisa os recursos, os policiais enfrentam um cenário adverso no cumprimento de suas ordens.
Apoiadores relata que Moraes pode pedir explicações em até 72h.







