O Brasil foi o único país que, estranhamente, decidiu condenar o ataque dos Estados Unidos à Venezuela e a prisão do ditador Nicolás Maduro, enquanto todas as outras democracias apoiaram os EUA ou permaneceram em silêncio. Em nota oficial, o governo classificou a ação como uma afronta à soberania e ao Direito Internacional.
Curiosamente, os outros países que criticaram a ação são ditaduras declaradas, como China e Rússia, que aproveitaram o episódio para atacar os EUA e afirmar sua influência na América Latina. O contraste evidencia que, na prática, o Brasil vai na contramão de democracias consolidadas, adotando uma postura isolada e questionável.
O episódio levanta debates sobre prioridades diplomáticas e coerência política, já que o país se coloca ao lado de regimes autoritários no discurso internacional, enquanto ignora o consenso entre outras nações democráticas.






