As bancadas evangélica e católica, além de deputados dos partidos PL e Novo, estão dificultando a votação do projeto que cria o crime de misoginia na Câmara dos Deputados. Esses parlamentares afirmam que o texto ainda precisa ser melhor discutido antes de ir ao plenário.
Segundo eles, há preocupação de que a proposta possa afetar a liberdade de expressão e a liberdade religiosa, principalmente de líderes religiosos. Por isso, defendem que o projeto passe por mais debates antes de ser votado.
Enquanto isso, o governo tenta aprovar a proposta antes do recesso parlamentar, que começa em 18 de julho. No entanto, diante da resistência de parte dos deputados, cresce a possibilidade de que a votação seja adiada para depois do recesso.
O projeto já foi aprovado pelo Senado e está em análise na Câmara desde março. Agora, a relatora, deputada Tabata Amaral, busca negociar mudanças e conversar com as bancadas para tentar chegar a um acordo e viabilizar a votação.







