O ator Juliano Cazarré utilizou uma transmissão ao vivo nesta segunda-feira (27) para responder às críticas ao evento “O Farol e a Forja”, voltado ao público masculino. Durante a live, ele afirmou estar sob estresse devido à repercussão e comentou a reação de colegas artistas e usuários nas redes sociais.
O evento foi alvo de questionamentos por nomes como Claudia Abreu, Marjorie Estiano, Elisa Lucinda, Julia Lemmertz e Paulo Betti, principalmente em discussões relacionadas a desigualdade de gênero e violência doméstica.
Ao se defender, Cazarré afirmou que a proposta é discutir a vida masculina e a família, destacando que o objetivo é formar “homens melhores e fortes”. Em um dos trechos mais comentados, declarou: “A galera disse que o meu evento era machista. Os progressistas, essa turma toda, as feministas estão o tempo todo reclamando de ausência paterna, estupro… Quando eu crio um evento pra gente ter homens melhores, homens fortes, porque quem bate em mulher não é homem forte, é fraco, eles ficam loucos e dão um chilique.”
O ator também respondeu diretamente a críticas de colegas. Sobre Paulo Betti, afirmou já ter debatido com o ator anteriormente. Já em relação a Fábio Porchat, que ironizou o evento nas redes sociais, disse: “Não tem como ensinar ninguém a ser homem. Se fosse, eu oferecia de graça para o Fabio Porchat.”
Cazarré negou que o evento tenha caráter político, embora reconheça que o público cristão costuma ser associado a determinadas posições. Ele também justificou o fato de o encontro ser pago, citando custos com organização, palestrantes e logística.
Segundo o ator, o projeto busca abordar o que ele define como uma “crise silenciosa nos homens”, relacionada à ausência paterna, vícios e falta de direcionamento, com impactos nas relações familiares.







