A jornalista Roseann Kennedy, em coluna publicada pelo Estadão, afirmou que um pedido da Polícia Federal ao Supremo Tribunal Federal (STF) foi interpretado como um recado ao ministro André Mendonça de que a investigação envolvendo Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, não deverá avançar antes das eleições de 2026. Segundo a colunista, essa leitura estaria nas entrelinhas do documento em que a PF solicita mais prazo para concluir o relatório da Operação Sem Desconto.
De acordo com a análise, a Polícia Federal pediu mais tempo para finalizar as investigações relacionadas à operação, o que, na avaliação da jornalista, indica que o inquérito envolvendo Lulinha não deverá ter desdobramentos relevantes no curto prazo. A coluna ressalta que essa é uma interpretação da autora sobre o momento da investigação.
Até o momento, a Polícia Federal não confirmou essa interpretação nem se manifestou publicamente sobre a conclusão apresentada na coluna. Também não há decisão do STF determinando a paralisação ou o adiamento da investigação por causa do calendário eleitoral.
A publicação repercutiu nas redes sociais e reacendeu o debate sobre o andamento de investigações envolvendo pessoas ligadas a figuras políticas. Enquanto alguns internautas concordaram com a análise da colunista, outros defenderam que o pedido de prazo é um procedimento comum em investigações complexas e não representa, por si só, uma indicação sobre quando o caso será concluído.







