O presidente Luiz Inácio Lula da Silva demonstrou insatisfação com a recente determinação dos Estados Unidos de rotular o PCC e o Comando Vermelho como grupos terroristas. Em resposta à irritação de Lula, Jason Miller, um colaborador próximo de Donald Trump, usou de sarcasmo em uma rede social, postando a frase “Cry more” (Chora mais).
Essa réplica de Miller evidencia um sentimento compartilhado por muitos no Brasil: enquanto o governo atual é percebido como brando no tratamento de organizações criminosas, ele se opõe quando uma nação estrangeira adota uma postura mais firme contra o terrorismo que afeta a população brasileira.
Ao invés de saudar uma iniciativa que poderia restringir o financiamento, armamento e poder das maiores quadrilhas do Brasil, Lula opta por uma disputa internacional. Essa postura, segundo críticos, revela um alinhamento ideológico questionável. A breve mensagem de Miller encapsula a frustração de quem vê o crime organizado prosperar, enquanto a soberania é usada para justificar falhas no combate à criminalidade.



