Uma companhia norte-americana adquiriu a Serra Verde, principal mineradora de terras raras do Brasil, por US$ 2,8 bilhões. Localizada em Goiás, a empresa extrai elementos essenciais para veículos elétricos, drones e sistemas de defesa. A produção já está comprometida com o governo dos Estados Unidos por um contrato de 15 anos, em meio à disputa global por esses recursos estratégicos.
O negócio ocorre após declarações de integrantes do governo sugerindo que Flávio Bolsonaro poderia “vender o Brasil” a interesses estrangeiros, caso a oposição volte ao poder. A aquisição reacende o debate sobre soberania, enquanto o país se consolida como peça-chave na disputa entre potências pelo controle de minerais críticos.







