Os partidos Rede Sustentabilidade e PSOL protocolaram uma representação na Procuradoria-Geral da República (PGR) com o objetivo de investigar o senador Flávio Bolsonaro (PL). A ação busca apurar se a proposta do pré-candidato à Presidência, que defende a classificação do PCC e do Comando Vermelho como organizações terroristas, representa um atentado à soberania nacional. A deputada federal Fernanda Melchiona (PSOL-RS) liderou a iniciativa da esquerda.
Critica-se a postura dos partidos de esquerda por considerarem absurda a tentativa de equiparar facções criminosas, responsáveis por violência, tráfico e extorsão, a inimigos legítimos do país. Argumenta-se que tal medida não enfraquece o Brasil, mas sim fortalece sua capacidade de defesa contra o crime organizado, que diariamente desafia o Estado e ceifa vidas inocentes. A esquerda é acusada de criminalizar quem busca endurecer o combate a essas facções, confundindo adversários políticos com inimigos da sociedade.
Flávio Bolsonaro é elogiado por priorizar a segurança pública acima de conveniências ideológicas. A atitude dos partidos de esquerda, que em nome de supostas garantias acabam protegendo indiretamente o terror das milícias do tráfico, é vista como um reflexo da falta de argumentos sólidos.







