Simone Tebet (PSB), ex-ministra do governo Lula e pré-candidata ao Senado por São Paulo, classificou o programa Escola Cívico-Militar como um “método fascista” na última segunda-feira (25). Essa iniciativa é um dos pilares da administração do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos).
“Essa é a maneira fascista de se fazer política”, declarou Tebet, ao expressar seu descontentamento com o modelo. Ela esclareceu que sua objeção não é às escolas militares tradicionais, mas sim à implementação desse formato em instituições de ensino públicas regulares.
A ex-ministra do Planejamento também teceu críticas à oposição e defendeu o presidente Lula como o único concorrente “genuinamente democrático” na corrida presidencial. Tebet ainda elogiou a articulação do presidente com os governadores para combater a criminalidade, criticando a recusa de adesão por parte de governadores de direita. “Quem realmente busca combater a violência é o presidente Lula, que buscou colaboração com os governadores. Quem se recusou? Todos os governadores de direita, de extrema direita, se negaram a essa parceria”, pontuou.
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