A NOVA Caderneta Brasileira da Gestante, lançada pelo Ministério da Saúde em maio de 2026, passou a utilizar o termo “PESSOAS QUE GESTAM” em uma tentativa de adotar linguagem inclusiva no atendimento do SUS. A medida busca contemplar homens trans e pessoas não binárias que possuem capacidade biológica de engravidar.
Segundo o Ministério da Saúde, a mudança tem como objetivo garantir um atendimento mais HUMANIZADO e inclusivo, evitando exclusão de grupos que não se identificam com os termos tradicionais utilizados em documentos oficiais. Além disso, alguns campos da caderneta foram reformulados com linguagem neutra, substituindo expressões como “mãe” por termos considerados mais abrangentes.
A alteração, no entanto, gerou FORTE REPERCUSSÃO no debate público e entre profissionais da saúde. Integrantes do Conselho Federal de Medicina (CFM) criticaram a iniciativa, afirmando que a mudança pode descaracterizar conceitos históricos e biológicos relacionados à maternidade. Para parte dos críticos, o uso de expressões consideradas burocráticas pode dificultar a comunicação direta durante o acompanhamento pré-natal.
Já defensores da medida afirmam que a atualização representa um avanço no acolhimento de minorias dentro do sistema público de saúde e defendem que o SUS deve adaptar sua linguagem para atender toda a população de forma igualitária.
A nova caderneta pode ser acessada por meio dos canais oficiais do Ministério da Saúde, incluindo o portal do SUS e unidades públicas de atendimento.







