Empresa de Trump associa ministro do STF a irregularidades financeiras na Flórida.
A Trump Media, companhia de Donald Trump, estabeleceu uma conexão entre o ministro Alexandre de Moraes e o escândalo do Banco Master em um processo judicial na Flórida, Estados Unidos. No requerimento para notificar o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a ação, a Trump Media e o Rumble, coautores do processo, destacaram a divulgação de um acordo de R$ 129 milhões entre o Banco Master e o escritório de advocacia de Viviane Barci, esposa de Moraes.
O advogado de Trump, Martin de Luca, detalhou na petição que o Banco Master, sob controle do empresário Daniel Vorcaro, foi liquidado pelo Banco Central do Brasil devido a graves irregularidades. Entre elas, a transferência de ativos fictícios para o BRB, expondo instituições públicas brasileiras a perdas estimadas em bilhões de dólares. De Luca mencionou que o Banco Master havia firmado um contrato de aproximadamente US$ 23 milhões por três anos com o escritório de Viviane Barci de Moraes, para representação legal e institucional, com pagamentos mensais de cerca de US$ 700.000, apesar da aparente falta de trabalho substancial.
O advogado também indicou que Moraes teria participado ativamente na defesa do Banco Master enquanto o contrato estava vigente, gerando preocupação pública sobre conflito de interesses no Brasil. Essa controvérsia, segundo ele, levou a medidas de sigilo judicial, como o encerramento de processos relacionados ao Banco Master no STF e o rápido arquivamento de investigações preliminares pela PGR.







