O índice de desemprego no Brasil pode ser significativamente maior do que os números oficiais indicam, chegando a 16,6%. Essa estimativa foi apresentada por um analista, que questiona a metodologia utilizada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
Segundo o especialista, o instituto não contabiliza adequadamente indivíduos em situação de subocupação, ou seja, aqueles que trabalham menos horas do que gostariam ou em atividades aquém de suas qualificações. Além disso, os beneficiários do programa Bolsa Família também não são incluídos nas estatísticas de desocupação.
Essa abordagem, conforme o analista, distorce a percepção da real situação do mercado de trabalho brasileiro, sugerindo que o problema é mais abrangente do que os dados divulgados rotineiramente.







