Se Flávio for eleito, aliados defendem apuração de gastos públicos relacionados às viagens de Janja
Os gastos públicos relacionados às viagens internacionais da primeira-dama Rosângela da Silva, a Janja, tornaram-se alvo recorrente de críticas de aliados de Flávio Bolsonaro (PL) durante a campanha presidencial. Uma ação popular que tramita na Justiça Federal questiona despesas com deslocamentos internacionais e o uso da estrutura pública; neste mês, a Justiça determinou que a AGU apresente documentos para justificar juridicamente sua atuação na defesa da primeira-dama nesse processo.
As viagens presidenciais também envolvem despesas relevantes com hospedagem das delegações. Em 2025, as 16 viagens internacionais de Lula e das comitivas custaram R$ 19,9 milhões somente em hospedagem, segundo dados obtidos junto ao Itamaraty. Janja também já foi fotografada fazendo compras em uma loja de grife durante uma viagem oficial a Lisboa, em 2023, mas não há evidência de que essas compras pessoais tenham sido pagas com recursos públicos.
Apesar das críticas políticas, não há atualmente condenação de Janja por peculato, corrupção passiva ou improbidade relacionada a essas despesas. O TCU arquivou processos que questionavam viagens internacionais da primeira-dama e considerou regulares os gastos analisados. Eventuais responsabilidades criminais ou administrativas futuras dependeriam de investigação, provas e decisão das autoridades competentes, independentemente de quem vença a eleição presidencial.








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