Rui Costa Pimenta, fundador e dirigente do Partido da Causa Operária (PCO) e um dos participantes da fundação do Partido dos Trabalhadores (PT), em 1980, voltou a fazer duras críticas ao Supremo Tribunal Federal (STF) e à atuação do Poder Judiciário no Brasil.
Em vídeo divulgado nas redes sociais, o dirigente afirma que o país vive uma espécie de ditadura, atribuindo ao STF um poder que, em sua avaliação, ultrapassa os limites constitucionais do Judiciário.
A declaração chama atenção pela trajetória política de Pimenta, que participou da criação do PT, rompeu com a legenda em 1992 e posteriormente fundou o PCO, partido de orientação socialista.
As críticas não são recentes. Pimenta já defendeu publicamente a extinção do STF e acusa setores do Judiciário de promover censura e restringir liberdades políticas. Em seu programa de governo apresentado nas eleições de 2026, o PCO incluiu a proposta de acabar com o que chama de “ditadura do Judiciário”.
O posicionamento reacende discussões sobre a separação entre os Poderes, os limites da atuação judicial e a liberdade de expressão. Enquanto críticos questionam determinadas decisões da Suprema Corte, defensores do tribunal sustentam que sua atuação é necessária para garantir o cumprimento da Constituição e a proteção das instituições democráticas.
A declaração de que o Brasil vive uma ditadura representa a avaliação política de Rui Costa Pimenta, e não uma condição oficialmente estabelecida.
Fontes: Agência Brasil, Folha de S.Paulo e Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Declaração em vídeo conforme publicação relatada nas redes sociais.




