Neste domingo, Dia do Orgulho LGBTQIA+, um grupo de ativistas foi impedido por policiais legislativos da Câmara dos Deputados de estender uma bandeira do movimento no gramado em frente ao Congresso Nacional, em Brasília. Segundo a Jovem Pan, a bandeira, com cerca de 50 metros de comprimento, seria utilizada em um ato que os organizadores classificaram como pacífico.
De acordo com o ativista Michel Platini, o grupo havia chegado ao local antes das 10h e afirmou ter comunicado previamente a realização da manifestação. Ele relatou que, logo após a bandeira ser aberta, policiais legislativos chegaram em viaturas e determinaram que o ato fosse interrompido, alegando falta de autorização. A assessoria da Câmara informou que foi procurada, mas não havia se manifestado até a publicação da reportagem da Agência Brasil reproduzida pela Jovem Pan.
O episódio rapidamente repercutiu nas redes sociais. Enquanto ativistas criticaram a atuação da Polícia Legislativa e defenderam o direito à manifestação pacífica, internautas favoráveis à medida afirmaram que o gramado do Congresso não deveria ser utilizado para esse tipo de ato. Entre os comentários mais compartilhados, alguns escreveram: “Finalmente o governo acerta uma”.
O caso reacendeu o debate sobre os limites para manifestações em espaços públicos vinculados ao Congresso Nacional e dividiu opiniões entre defensores da liberdade de manifestação e aqueles que apoiam a restrição imposta pela Polícia Legislativa.







