A Polícia Federal expressou ao Supremo Tribunal Federal sua apreensão de que Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, possa não retornar ao país. Essa preocupação surge em meio a apurações sobre supostas fraudes no INSS. O alerta ganhou peso após a confirmação de que ele já está fora do Brasil, com referências a nações europeias. Alguns investigadores entendem que sua permanência no exterior poderia complicar futuras ações investigativas, embora haja divergência interna sobre a necessidade de medidas mais rigorosas, como a solicitação de uma prisão preventiva.
Contrariando essa visão, os representantes legais de Lulinha descartam qualquer intenção de se esquivar da Justiça. Eles afirmam que as viagens internacionais foram motivadas por compromissos profissionais e que ele está à disposição para colaborar com as autoridades. Os advogados argumentam ainda que não existem indícios sólidos para justificar restrições, enfatizando que as investigações e a análise de dados até agora não revelaram irregularidades graves. O processo segue em andamento e sob monitoramento do STF.







