O Brasil atingiu mais um recorde preocupante durante o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Segundo levantamento divulgado pela Serasa, o país chegou a 83,98 milhões de brasileiros inadimplentes em agosto de 2026, o maior número já registrado na série histórica do indicador.
Os dados revelam a dimensão das dificuldades financeiras enfrentadas por milhões de famílias brasileiras, que convivem com contas atrasadas, dívidas bancárias, juros elevados e problemas para manter o orçamento em dia.
Para se ter uma ideia, o Brasil possui aproximadamente 214,2 milhões de habitantes, segundo estimativa do IBGE para 2026. Isso significa que cerca de 39,2% da população total está inadimplente. Quando considerados apenas os brasileiros adultos, o percentual ultrapassa 50%.
O levantamento da Serasa também revelou que agosto marcou o 20º mês consecutivo de crescimento no número de pessoas negativadas. Apesar disso, a velocidade do aumento desacelerou, com avanço de apenas 0,06% em relação a julho, quando havia 83,93 milhões de inadimplentes.
Entre os principais problemas relacionados ao endividamento estão os compromissos com bancos, cartões de crédito, financeiras e contas básicas, como água, energia elétrica e serviços essenciais.
A situação também gera discussões sobre a economia brasileira e as políticas adotadas pelo governo federal. Embora a inadimplência seja influenciada por diferentes fatores econômicos e não possa ser atribuída exclusivamente a um presidente, o número recorde ocorre durante a atual gestão de Lula.
Por outro lado, a Serasa registrou um crescimento de 36% nos acordos de renegociação de dívidas entre maio e agosto de 2026, na comparação com o mesmo período do ano anterior, indicando que milhões de brasileiros também estão tentando regularizar suas pendências.
Os números mostram que, mesmo com avanços nas renegociações, o endividamento continua sendo um dos grandes desafios econômicos do país.
E você, como avalia a economia brasileira diante de mais de 83 milhões de pessoas com o nome sujo? Acredita que o governo Lula poderia fazer mais para reduzir o endividamento?







