O deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro afirmou nas redes sociais que nenhum jogador da Seleção Brasileira masculina de futebol segue o presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Instagram, enquanto diversos atletas acompanham perfis ligados ao campo conservador.
Na publicação, Eduardo destacou que o atacante Neymar segue o ex-presidente Jair Bolsonaro, o senador Flávio Bolsonaro e o deputado federal Nikolas Ferreira. O parlamentar usou a informação para provocar adversários políticos, escrevendo que isso ocorreria “para desespero da esquerda”.
A declaração repercutiu nas redes sociais e dividiu opiniões. Apoiadores do ex-presidente consideraram o fato uma demonstração de identificação de parte dos atletas com pautas conservadoras. Já críticos argumentaram que seguir ou deixar de seguir figuras políticas nas redes sociais não representa, necessariamente, apoio eleitoral ou posicionamento ideológico.
O episódio reacendeu debates sobre a relação entre política e futebol no Brasil, tema que frequentemente gera discussões entre torcedores e internautas, especialmente quando jogadores de grande popularidade manifestam, de forma explícita ou implícita, suas preferências políticas nas redes sociais.







