A esposa do presidente eleito da Colômbia, Ana Lucía Pineda, afirmou que acredita que devem ser reconhecidos apenas dois gêneros: masculino e feminino. A declaração foi feita durante um evento em Cartagena e rapidamente repercutiu nas redes sociais e na imprensa do país.
Segundo ela, a educação deve priorizar a família, os valores e os princípios religiosos. Pineda também defendeu a retirada de conteúdos ligados à identidade de gênero das escolas e afirmou que “Deus deve voltar às salas de aula”. Em seu discurso, disse ainda que os país precisam ter o papel principal na educação dos filhos.
As declarações dividiram opiniões. Quem apoia a posição afirma que ela representa a defesa da família, da liberdade dos país para educar seus filhos conforme suas crenças e de valores tradicionais.
Já os críticos argumentam que a educação pública deve ser inclusiva, respeitar a diversidade e garantir que todos os estudantes sejam tratados com igualdade, independentemente de sua identidade ou crenças.
O tema já entrou no centro do debate político na Colômbia e deve continuar gerando discussões nos próximos meses. É importante destacar que essas declarações refletem a posição da esposa do presidente eleito e não significam, por si só, uma mudança nas leis ou nas políticas públicas do país.







