Mal o ano começou e o brasileiro já sentiu o peso da carga tributária. Nas primeiras horas de 2026, o governo federal, sob a presidência de Luiz Inácio Lula da Silva, já havia arrecadado mais de R$ 7 bilhões em impostos, segundo dados do Impostômetro, painel que acompanha em tempo real a arrecadação de tributos no país, maior valor já registrado na história.
O valor chama atenção por ter sido atingido ainda no início do primeiro dia do ano, período em que grande parte da população está em feriado. Mesmo assim, a engrenagem tributária segue funcionando normalmente, com impostos federais, estaduais e municipais sendo recolhidos de forma contínua por meio de sistemas eletrônicos.
A arrecadação inclui tributos sobre consumo, renda, folha de pagamento e serviços, além de impostos embutidos em praticamente todos os produtos comprados pelos brasileiros. O dado evidencia como a carga tributária no Brasil opera de forma constante, independentemente de datas comemorativas ou da situação econômica das famílias.
O número reacende o debate sobre o tamanho do Estado e o retorno efetivo dos impostos pagos. Críticos apontam que, apesar da arrecadação bilionária, a população ainda enfrenta problemas estruturais em áreas como saúde, segurança, educação e infraestrutura. Já defensores do modelo afirmam que a arrecadação elevada é necessária para financiar programas sociais, manter políticas públicas e equilibrar as contas do governo.
Com esse ritmo inicial, a expectativa é de que 2026 siga com arrecadação expressiva, mantendo o Brasil entre os países com maior volume de impostos pagos pela população, enquanto o debate sobre carga tributária e eficiência do gasto público segue no centro das discussões econômicas e políticas do país.







