Cristiane Renata Coelho, condenada pela morte do próprio filho, Leudo Ricardo, de 9 anos, e pela tentativa de homicídio do então marido, o subtenente Francileudo Bezerra Severino, deixou a prisão e passou a cumprir pena em regime domiciliar após obter progressão de regime. Com a decisão da Justiça, ela deverá passar o próximo Dia das Crianças em casa.
O crime ocorreu em Fortaleza, em 2014, e teve grande repercussão no Ceará. Segundo a investigação, Cristiane colocou veneno na comida consumida pelo marido e pelo filho. A criança morreu, enquanto o militar sobreviveu após ser socorrido. Em 2017, ela foi condenada a 32 anos de prisão por homicídio qualificado e tentativa de homicídio qualificado.
A progressão para a prisão domiciliar não altera a condenação imposta pela Justiça. Conforme a legislação penal, o benefício modifica apenas a forma de cumprimento da pena para condenados que preenchem os requisitos legais previstos na execução penal.
A decisão gerou forte repercussão nas redes sociais. Enquanto alguns internautas criticaram a concessão do benefício em razão da gravidade do crime, outros destacaram que a progressão de regime está prevista na legislação brasileira e depende do cumprimento dos requisitos estabelecidos pela Justiça.







