Segundo relatos que circulam nas redes, um militante de esquerda, identificado como gay, teria tentado entrar no mesmo banheiro em que estava uma menina. O pai da criança reagiu com violência e houve agressão. O caso reacende um debate que vem se intensificando no Brasil e no mundo: limites, segurança infantil, uso de banheiros e a forma como esses conflitos estão sendo conduzidos na prática.
De um lado, há quem defenda pautas identitárias e ampliação de direitos; de outro, país preocupados com a segurança e privacidade dos filhos. O problema é quando o diálogo é substituído por confronto físico. Justiça não se faz com as próprias mãos, e políticas públicas não podem ser discutidas na base do grito ou da pancada.
O episódio revela algo maior: a polarização está tão acirrada que situações que deveriam ser resolvidas com regras claras e mediação acabam virando cenas de tensão. Crianças precisam de proteção, adultos precisam de responsabilidade, e o debate precisa de maturidade. Quando tudo vira guerra ideológica, a sociedade inteira paga a conta.







