Insper, ESPM e FGV lideram movimento por mais foco e engajamento no ensino.
Grandes universidades privadas do Brasil estão implementando regras mais rígidas para o uso de telefones celulares durante as aulas de graduação. Instituições como Insper, ESPM e FGV estão adotando ou planejando políticas que limitam o uso de eletrônicos em sala, refletindo uma discussão maior sobre a atenção, participação e eficácia do aprendizado no ensino superior.
No Insper, a proibição já é oficial e se aplica a todos os cursos de graduação. Conforme comunicado aos alunos, o uso de celulares e outros aparelhos eletrônicos é restrito em sala, a menos que seja essencial para as atividades pedagógicas ou para a condução da aula, sempre conforme a decisão do professor. A universidade justifica a medida com base em pesquisas sobre o impacto desses dispositivos no processo de aprendizagem.
A ESPM já possui essa restrição documentada em seu curso de Direito. As diretrizes acadêmicas indicam que celulares geralmente não são necessários nas aulas e representam uma fonte constante de distração para os estudantes e para o ambiente coletivo. A menos que o professor autorize expressamente, o uso é proibido, com a orientação para que os aparelhos fiquem desligados ou no modo silencioso e fora do alcance.
A FGV, por sua vez, está em fase de transição. A assessoria de imprensa da instituição informou que a proibição do uso de celulares em sala de aula está sendo implementada, com previsão de início no primeiro semestre de 2026. Até janeiro de 2026, a medida é uma sugestão e ainda não há uma definição final sobre sua formalização e alcance.







