Nesta sexta-feira (29), a ex-ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, se manifestou sobre a decisão dos Estados Unidos de categorizar o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) como grupos terroristas internacionais. Sem mencionar nomes específicos, Marina indicou que essa classificação deve afetar indivíduos próximos aos que propuseram a medida ao governo norte-americano.
Em sua declaração, a ex-ministra sugeriu que os principais prejudicados serão “os amigos de quem foi fazer esse tipo de proposta” e pessoas ligadas ao crime organizado. A fala surge após o senador Flávio Bolsonaro ter declarado que solicitou aos EUA a inclusão dessas facções brasileiras na lista de organizações terroristas.
Marina Silva defendeu que o combate ao crime organizado precisa ser uma responsabilidade do próprio Brasil, sem permitir intervenções estrangeiras. Ela enfatizou que a questão da segurança pública deve ser abordada em nível nacional, com colaboração entre o governo federal e os estados.
O governo dos Estados Unidos anunciou que PCC e CV serão oficialmente adicionados à lista de Organizações Terroristas Estrangeiras em 5 de junho. As autoridades americanas justificaram a inclusão das facções brasileiras devido à sua extrema violência e ao impacto direto na segurança dos EUA.
E internautas questiona ‘o por que Lula quem está bravo com isso?’



