A ex-deputada federal Manuela D’Ávila voltou a repercutir nas redes sociais após afirmar que o movimento “Manu Não”, criado por críticos à sua atuação política, tem caráter misógino. Segundo ela, a campanha reproduz ataques direcionados às mulheres na política e contribui para a violência política de gênero.
A declaração gerou forte reação entre usuários das redes sociais, que passaram a comparar o episódio com a campanha “Ele Não”, movimento lançado em 2018 contra a candidatura de Jair Bolsonaro e do qual Manuela participou ativamente. Para esses internautas, há uma contradição entre apoiar um movimento de rejeição a um adversário político e, posteriormente, classificar uma campanha semelhante contra si como misógina.
As publicações sobre o tema dividiram opiniões. Enquanto apoiadores de Manuela defendem que ataques direcionados a mulheres podem ter um componente de violência de gênero, críticos afirmam que o slogan “Manu Não” representa apenas uma manifestação de oposição política, assim como ocorreu com o “Ele Não”.
O debate ganhou grande repercussão nas redes sociais e reacendeu discussões sobre os limites entre a crítica política, a liberdade de expressão e a caracterização de campanhas de rejeição como atos de misoginia.







