O presidente Luiz Inácio Lula da Silva deixou um evento realizado em São Paulo sob um forte esquema de segurança, que contou com agentes do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), da Polícia Federal, apoio da ROTA, além de recursos como sistema antidrone e outras medidas de proteção. O reforço ocorre em meio ao período eleitoral e ao protocolo de segurança destinado aos candidatos à Presidência da República.
A segurança reforçada de Lula faz parte do modelo híbrido adotado para o presidente-candidato, previsto pela legislação eleitoral e coordenado pela Polícia Federal em conjunto com o GSI. Segundo a PF, o planejamento inclui análise de risco para cada agenda e pode envolver veículos blindados, equipes especializadas, reconhecimento facial, monitoramento de ameaças e equipamentos antidrone, conforme a necessidade de cada evento.
Nas redes sociais, imagens do esquema de segurança repercutiram entre apoiadores e críticos do presidente. Um dos comentários que viralizou dizia: “Mas que apoio popular é esse que ele tem, se não consegue ir à esquina sem escolta da polícia?” A frase gerou debates entre internautas, enquanto defensores do presidente argumentam que o aparato segue protocolos de segurança aplicados a chefes de Estado e candidatos em campanha.







